Estátua clássica de mármore observando um holograma de dados na palma da mão

Kyber IA · Inteligência artificial e automações

IA para a sua empresa operar, não só usar.

Agentes, automação de processo e integração de sistemas, para empresas de todo o Brasil.

Você não precisa chegar com a solução pronta. Esse é o nosso trabalho.

Quem constrói

Quem constrói, e o que já está no ar

A Kyber IA é o Pedro e o Igor, os dois engenheiros de software e os dois certificados em Claude. Quem faz o diagnóstico é quem escreve o código: sem camada de vendedor no meio e sem repassar a implementação para outra pessoa.

Didata, uma plataforma de IA no ar

O projeto mais completo que já construímos, e é da casa: o Pedro fez do zero uma plataforma de IA que gera plano de aula, monta prova e corrige por foto, alinhada à BNCC. Não é protótipo, é software em uso.

Abrir o Didata

Certificação em Claude

Os dois são certificados em Claude, o modelo da Anthropic. Serve para escolher a ferramenta pelo problema, e para saber onde ela ainda erra.

O sistema que toca a Kyber

O CRM que administra a operação daqui é nosso. São quatro funções de IA em produção, escrevendo o gancho de prospecção, rascunhando proposta, sugerindo o follow-up e montando o briefing do dia, mais três rotinas que rodam sozinhas, incluindo a cobrança do mês. Não é demonstração: é o sistema em que a empresa trabalha.

Software antes de IA

São quatro anos e mais de cinco, de cada um dos dois, construindo sistema, integração e painel em produção, desde antes desta linha existir. O Brava Dashboard é um deles. Boa parte de uma automação é engenharia comum, e é aí que a maioria trava.

Ver o case

Se o que você precisa hoje é um site, e não uma operação automatizada, isso é a outra metade da casa: veja os serviços, os planos de site e o portfólio. Se o assunto é atendimento que se repete no WhatsApp, comece pela página de automação de WhatsApp com IA. Se quiser ler como o Didata foi construído em vez de só abrir, o case dele está aqui.

Usar × operar

O que muda quando a IA entra dentro da operação

Abrir uma ferramenta de IA de vez em quando ajuda uma pessoa. Incorporar inteligência aos processos muda a operação inteira. É essa segunda coisa que a Kyber constrói.

Modelo tradicional

Pessoas carregando o processo

  • Uma pessoa recebe a informação
  • Copia dados de um lugar para outro
  • Abre o sistema, interpreta e registra
  • Envia mensagem e atualiza outro sistema
  • Chama outra pessoa para o próximo passo

Mesmo com IA aberta em uma aba, o processo continua manual.

Operação integrada

Processos carregando as pessoas

  • A informação entra por qualquer canal
  • Sistemas interpretam o que chegou
  • Automações executam as tarefas
  • IA apoia a análise e os registros
  • Pessoas entram onde julgamento importa

A inteligência deixa de ser uma aba aberta e passa a fazer parte do fluxo.

O que construímos

Agentes, automação e integração: frentes diferentes, uma solução só

Não vendemos seis produtos separados. Uma mesma implementação costuma combinar várias dessas frentes, de acordo com o que a sua operação pede.

Agentes de IA

Agentes que consultam informações, usam ferramentas, interagem com sistemas, executam tarefas e trabalham lado a lado com a sua equipe.

Automação de processos

Atividades repetitivas, rotinas administrativas e fluxos que hoje dependem de trabalho manual passam a rodar sozinhos.

Atendimento inteligente

Integrado aos seus canais: responde, consulta informações, faz triagem, qualifica oportunidades e encaminha para pessoas quando é o caso.

Integração de sistemas

APIs, sistemas internos, CRMs, ERPs, bancos de dados e documentos conversando entre si, sem depender de alguém no meio.

IA sobre dados internos

Documentos, procedimentos e bases de conhecimento da empresa viram fontes que os sistemas consultam para responder e decidir.

Software com IA

Ferramentas internas, painéis, copilotos e sistemas construídos sob medida para uma operação específica.

Na prática

Onde a IA entra no dia a dia da empresa

Situações comuns em empresa que trabalha com volume, e não dependem do ramo nem do estado: valem para indústria, distribuidora, escritório e serviço, em qualquer lugar do Brasil. Se alguma delas lembra a sua operação, provavelmente há o que automatizar.

Um lead entra em contato

A IA entende a solicitação, coleta informações, consulta os dados necessários, qualifica o lead e registra tudo no sistema. Uma pessoa só entra quando o contato realmente precisa dela.

Um documento chega à empresa

O sistema identifica o tipo de documento, extrai as informações relevantes, verifica as regras, registra os dados e dispara o próximo passo do processo.

Um gestor precisa de uma informação

Em vez de procurar em documentos, planilhas e sistemas, ele pergunta. O sistema consulta as fontes autorizadas e devolve uma resposta contextualizada, com a origem do dado.

As demandas chegam por três canais ao mesmo tempo

Orçamento no WhatsApp, pedido por e-mail, chamado pelo site. Alguém precisa ler tudo, separar por tipo e urgência, responder o que já tem resposta pronta e encaminhar o resto. O sistema faz essa triagem na entrada e entrega para a pessoa certa só o que exige decisão.

Alguém copia dados entre dois sistemas

Uma automação passa a sincronizar as informações sozinha e aciona IA apenas quando é preciso interpretar algo antes de registrar.

Antes de falar com a gente

Às vezes a ferramenta pronta resolve, e a gente diz isso

Existe hoje software pronto, por assinatura, para problema padronizado de um ramo só: recepcionista de clínica, qualificação de lead de imobiliária, robô de pergunta frequente. Sobe em poucos dias, custa uma fração de um projeto sob medida e funciona. Se o seu caso for esse, a resposta honesta é que você não precisa de nós, e a gente diz isso na conversa em vez de deixar você descobrir depois de pagar.

Se o processo é o padrão do seu ramo e não precisa conversar com nada, a ferramenta pronta ganha
Se precisa entrar no sistema que a sua empresa já usa, ela costuma parar na porta
Se o jeito de fazer é da sua empresa, e não do ramo, não existe pronto para isso
Se ninguém sabe dizer qual processo dói mais, o problema ainda não é de tecnologia

É por isso que começamos por diagnóstico e não por proposta. Ele serve tanto para desenhar o projeto quanto para concluir que não tem projeto a fazer, e as duas conclusões são entregues por escrito.

Método

Começamos pelo processo, e escolhemos a tecnologia depois.

Antes de falar de modelos, agentes ou ferramentas, entendemos como o trabalho acontece: onde há tarefas repetitivas, onde informações se perdem e quais decisões dependem de pessoas. A tecnologia é escolhida depois, com base no problema.

01

Diagnóstico

Entendemos a empresa: processos, sistemas, equipe, dificuldades e objetivos.

02

Oportunidades

Identificamos onde automação, software ou IA realmente podem gerar impacto.

03

Arquitetura

Definimos como a solução funciona e com quais sistemas precisa conversar.

04

Implementação

Construímos, integramos, testamos e colocamos a solução em funcionamento.

05

Evolução

A solução continua sendo refinada conforme a operação evolui.

Não procuramos problemas para encaixar IA. Procuramos problemas em que IA, software ou automação sejam de fato a melhor resposta. Às vezes a resposta certa nem usa IA em todas as etapas.

O primeiro passo

O diagnóstico de IA, e o que acontece quando você manda a mensagem

O diagnóstico é gratuito, e não é reunião de vendas com outro nome. Ele existe para descobrir se tem o que automatizar aí, e para dizer quando não tem.

  1. 01

    Três perguntas por mensagem

    Antes de marcar qualquer coisa, só para saber se existe repetição: qual tarefa a sua equipe repete mais vezes por semana, que informação é digitada duas vezes em dois sistemas diferentes, e o que fica para amanhã quando o dia aperta. Sem repetição não há o que automatizar, e dizemos isso na hora.

  2. 02

    Uma conversa de 60 a 90 minutos

    Por chamada de vídeo, com empresa de qualquer estado do Brasil, ou presencial se você estiver em Goiânia, onde ficamos. Sempre com quem também vai implementar. Sobre como o trabalho é feito hoje: as etapas de cada processo, quem faz o quê, onde a informação para de andar, e quais sistemas existem e se conversam.

  3. 03

    Duas páginas por escrito

    O que foi visto, com os números que a sua equipe deu. Onde está o desperdício, em hora por semana. Um processo escolhido para atacar primeiro, com o que o sistema faz e o que ele não faz. E como se mede se funcionou, combinado antes de começar.

Empresa sem repetição não tem o que ganhar com isso, e insistir gasta o tempo dos dois lados. Quando for o caso, a resposta vai ser essa, por escrito.

Controle e encaixe

Automação com gente no comando

  • Pessoas continuam no comando

    A IA organiza, consulta, classifica, registra e executa tarefas. Processos sensíveis seguem exigindo validação humana, e o nível de autonomia é definido por operação, não por padrão.

  • Conversa com o que você já usa

    Você não precisa trocar sua infraestrutura. Na prática isso é ERP e CRM (Totvs, Omie, Bling, Tiny, Pipedrive, RD Station e afins), planilha do Google e do Excel, agenda, e-mail, WhatsApp e banco de dados próprio, conectados por API ou por ferramenta de automação como n8n e Make. O que não tem integração aberta a gente diz que não tem, e a viabilidade de cada uma é checada no diagnóstico técnico, antes de virar promessa.

  • Sua operação é específica. Sua IA também deve ser.

    Não existe pacote único. Cada solução depende de processos, regras, dados, equipe e objetivos, e pode combinar software tradicional, automação e IA na mesma implementação.

A IA precisa conversar com o que sua empresa já usa

Sistemas internosAPIsCRMERPWhatsAppE-mailPlanilhasBancos de dadosDocumentosFerramentas de terceiros

Quando a inteligência acessa os mesmos sistemas que a sua equipe, ela deixa de ser uma ferramenta ao lado da operação e passa a fazer parte dela.

Perguntas frequentes

Dúvidas sobre IA para empresas

O que a Kyber IA faz?

Identifica onde inteligência artificial, automação e integração fazem diferença na sua operação, e constrói a solução. O processo vem primeiro; a tecnologia é escolhida depois.

Vocês trabalham apenas com chatbots?

Não. Atendimento é apenas uma das aplicações possíveis. Uma solução pode envolver processos internos, agentes, integrações, documentos, dados, sistemas e automações.

Qual a diferença para a IA no WhatsApp de R$ 149?

São produtos diferentes, e vale saber qual é o seu. A IA no WhatsApp é um agente pronto que só responde perguntas, com as respostas que você mesmo passa, e custa R$ 149 por mês. Existe também uma IA que responde dentro do site, no produto Site Completo + IA. Nenhuma das duas agenda, faz triagem ou conversa com os seus sistemas. A Kyber IA é onde essas três coisas vivem: automação de processo, integração com o que a empresa já usa e agentes sob medida, começando por diagnóstico. Se o seu problema é repetir a mesma resposta o dia todo, a IA no WhatsApp resolve mais barato, e a gente diz isso.

Preciso saber qual solução de IA quero implementar?

Não. O diagnóstico existe justamente para entender o problema antes de definir a tecnologia. Você pode chegar apenas com um processo, um gargalo ou uma atividade que consome tempo demais.

Minha empresa precisa já utilizar IA?

Não. O ponto de partida é o processo que existe hoje, não a ferramenta que a empresa já usa. Quem nunca abriu uma IA na vida entra do mesmo jeito.

É possível integrar com os sistemas que já utilizamos?

Depende dos sistemas e das possibilidades de integração de cada um. Essa análise faz parte do diagnóstico técnico, antes de qualquer construção.

As soluções são personalizadas?

Sim. A arquitetura depende dos processos, sistemas, regras e objetivos de cada operação. Não existe pacote único.

A IA vai executar tudo automaticamente?

Não necessariamente. Definimos diferentes níveis de autonomia e mantemos validação humana nas etapas em que isso importa. Automação sem controle não é um bom resultado.

Quanto tempo leva uma implementação?

Depende da complexidade, da quantidade de integrações e do escopo. O prazo é definido depois que entendemos o projeto, não antes.

Como funciona o diagnóstico, e quanto custa?

O diagnóstico é gratuito. São três perguntas por mensagem para saber se existe repetição, uma conversa de 60 a 90 minutos por chamada de vídeo (ou presencial, se você estiver em Goiânia), e duas páginas por escrito no fim: o que foi visto, onde está o desperdício em hora por semana, um processo escolhido para atacar primeiro, o que o sistema faz e o que ele não faz, e como se mede se funcionou. Se a conclusão for que não vale construir nada, você recebe essas duas páginas do mesmo jeito.

Por que não uso uma ferramenta pronta, que é mais barata?

Se ela resolver o seu caso, use. Ferramenta pronta ganha quando o processo é o padrão do ramo e não precisa conversar com nada: sobe rápido, custa uma fração e funciona. Ela costuma parar quando precisa entrar no sistema que a sua empresa já usa, ou quando o jeito de fazer é da sua empresa e não do ramo. É exatamente isso que o diagnóstico separa, e nós dizemos qual dos dois é o seu caso mesmo quando a resposta nos tira a venda.

O que vocês não fazem?

Decisão automática sobre dinheiro do seu cliente, como aprovar crédito, dar desconto ou fechar venda sem revisão de uma pessoa. Sistema que finja ser humano: ele pode ser educado sem mentir sobre o que é. Disparo em massa de mensagem. E conteúdo clínico ou jurídico gerado sem revisão de quem tem registro profissional. Não é falta de capacidade técnica, é onde o risco fica com você e não com a tecnologia.

E quando a IA erra?

Ela vai errar em algum momento, e o projeto é desenhado contando com isso. Cada sistema tem duas listas: o que ele pode responder, tirado do que você informou, e o que ele não sabe, escrito item por item. Diante do segundo caso ele diz que não sabe e chama uma pessoa, em vez de preencher o vazio com algo que soa certo. Some a isso validação humana nas etapas sensíveis e registro do que foi feito, para dar para auditar depois.

Vocês já implantaram isso em algum cliente?

Nesta linha, ainda não, e preferimos dizer isso a inventar caso. O que existe de concreto é o que construímos para nós: o Didata, uma plataforma de IA no ar, e o sistema que administra a própria Kyber, que escreve gancho de prospecção, rascunha proposta, sugere follow-up e monta o briefing do dia. Os dois são verificáveis, e é a partir deles que você julga se sabemos fazer.

O próximo passo é uma mensagem de três frases.

Descreva um processo que consome tempo da sua equipe. Não precisa ser técnico, nem chegar com a solução pronta. Quem lê e responde é quem faz o diagnóstico e escreve o código, e o que sai daí são duas páginas com o que vale e o que não vale automatizar na sua operação.

Gratuito e sem compromisso. Se a conclusão for que não vale construir nada, você recebe as duas páginas do mesmo jeito.